Playing For Change

Um dia, enquanto caminhava pela rua, Mark Johnson ouviu de longe `Stand By me`.
Ele correu para testemunhar a execução e percebeu que a voz, alma e paixão de Roger (e muitos outro como ele) tinha que ser compartilhada com o restante do mundo.

Playing For Change nasceu. Um movimento criado para inspirar, conectar e trazer paz ao mundo através da musica.
A idéia deste projeto surgiu a partir da crença de que a musica tem o poder de quebrar barreiras e distancias e a ponte entre as pessoas.
Não importa se as pessoas vêm de musica geográfica, política, econômica, espiritual ou ideológica.
Com essa verdade fielmente estabelecida em suas mentes, foi preparado então o que há de mais bonito no mundo a ser dividido.
Essa é a coisa mais linda que eu vejo a muito tempo.

Dá vontade de chorar...


Café!

Nada me surpreende tanto que me faça perder a razão.
Vejo um mundo inteiro sonhando e identificando-se com os sonhos de outro alguém.
É estranho ter a visão disso...

Continuam, todos, parados.

Zeitgeist: Moving Foward



“O Movimento Zeitgeist não é um movimento político. Ele não reconhece nações, governos, raças, religiões, credos ou classes. Nossos entenderes nos levam à conclusão de que essas distinções são falsas e ultrapassadas, e estão longe de ser fatores positivos para o verdadeiro potencial e crescimento humanos coletivos.Este movimento tem a ver com a conscientização em defesa de um progresso evolucionário fluido, tanto pessoal como social, tecnológico e espiritual. Ele reconhece que a espécie humana está num caminho natural para a unificação, oriundo de um reconhecimento comunal de compreensões fundamentais e quase empíricas de como a natureza funciona e de como nós, enquanto humanos, nos encaixamos/somos parte deste desdobramento universal que chamamos de vida.
O objetivo é revisar nossa sociedade mundial de acordo com o conhecimento atual em todos os níveis, não apenas conscientizando sobre as possibilidades sociais e tecnológicas que muitos foram condicionados a pensar serem impossíveis ou contra a “natureza humana”, mas também para fornecer meios de superar esses elementos que perpetuam estes sistemas obsoletos na sociedade.”
Para ver a legenda em português do Brasil basta apertar em CC e descer a barra vermelha no canto superior direito até achar Português- Brazilian.

fonte: Sedentario

Limpe a bunda depois de cagar.

Titulo feio e sujo, vamos La.

Aqui na zona sul da cidade temos o maior índice de violência, trafico e prostituição. A cidade inteira está poluída, mas os telejornais locais insistem em focar nessa região. Outro dia mesmo presenciei na esquina da padaria do seu Zé uns pirralhos, entre nove e doze anos, roubando alguns turistas que marcavam bobeira enquanto falavam no celular. Como bom cidadão Brasileiro sabe o que eu fiz? Nada.



Ponto final na linha de cima porque não se tem o que comentar. Não fiz nada e ponto final.

Mudando o assunto, existem algumas putas (prostitutas) que vivem na esquina com a XV de novembro que me fazem refletir muito. Já idealizei alguns encontros particulares com algumas delas, porque meu amigo não é fácil. Algumas são tão lindas que fica parecendo pecado não desejá-las, mas quando eu faço isso, me sinto pecaminoso também. E agora? Desejo ou não?
A questão aqui é, todo homem que passa por ali e cobiça uma hora com alguma das moças pensa, ou irracionalmente entende que ali estão alguns objetos que eles podem consumir.
Eu como homem tento muitas vezes não parecer igual aos mesmos, não duvidando da minha seria masculinidade, claro.
Porra! São pessoas ali. Pessoas que por algum motivo desconhecido estão na esquina vendendo suas dignidades a um preço muito em conta. – Segue comentário em anexo: `R$150 a hora é complicado, puta que a pariu. ` Rá!

O que me levou a ter esse diálogo com vocês foi a nota que o prefeito soltou na mídia essa semana:


Ampliaremos o sistema carcerário dessa cidade. Vamos criar mais creches para que
os pais possam ir trabalhar tendo um lugar seguro e confortável para seus entes
queridos. Investiremos uma boa parte do nosso orçamento treinando mais policiais
e equipando as delegacias para uma melhor segurança social. Criaremos planos de
incentivo como a ampliação das bolsas escolares.


Enfim, ele disse mais algumas baboseiras que eu não anotei.
Agora segue a tradução de tudo o que o prefeito quis dizer: Vão assistir ao jogo de futebol, dançar no carnaval e encher a cara nos finais de semana seus idiotas. Eu não sei, mas foi isso que escutei.
Porra, limpar o cu depois que se caga é o mínimo que podemos fazer, certo? O que adianta criar mais prisões? Depois que neguinho já está roubando, enganando e matando, diz pra mim, qual a função de uma prisão? A finalidade de uma multa causada por alguma infração?


Tenho uma pergunta que venho tentando responder a muito tempo.

“Quem foi o culpado pelo seqüestro do ônibus 174? `, O garoto cheirador de coca que portava um revolver enferrujado? Os pais? A ex-namoradinha que vendia o corpo pro seu melhor amigo? Deus? A igreja? O governo? A policia? A fome? A falta de oportunidade? Eu mesmo?”

Salve as putas, as drogas, a corrupção, a má Fé, o descaso, a violência, a preguiça, a fome, a desigualdade.
Salve os índios e mendigos queimados vivos, as mães que passam fome, os filhos que cheiram cola.
Salve a merda que despejamos nos rios. A água que pertence ao mundo e que cobramos.



Salve e apóie a cegueira social.

Hey, aleijado... aleijado.

Hey! Olha se não é o aleijado chegando.

Com passos de quem nunca chega, se aproximou, cuspiu um bom dia vazio entre as pessoas que sentavam tomando café. Tomou nas mãos o seu maior companheiro, um pano de prato sujo e rasgado, pois se a enxugar a louça da pia. Olhava pela fresta entre a cozinha e o salão. Pessoas quietas, pessoas falantes, pessoas de expressão alegre, pessoas de expressão tristes.
A cura para uma nova rejeição, a de um aleijado, seria lavar os pratos imundos de quem não tem defeitos.
Com sorriso estampado na cara se aproximava, eis aqui mais uma obra de arte, entregava o prato do dia, hambúrguer de boi com batata frita - ‘Saia daqui seu imprestável’ – contentava-se com um agradecimento esnobe.

Hey! Olha se não é o aleijado fugindo.

Passava despercebido pela porta – ‘se alguma alma ousasse me esperar por estas paredes. ’ – Deitava quieto, silencioso, no sofá fedido do único cômodo que chamava de casa. La se foi mais um dia, entupido de cachaça! Pobre moribundo. Acende o teu cigarro e antes de morrer vá deitar.

Hey! Olha se não é o aleijado. Qual aleijado?

Quanta desgraça. Quando foi que foi feliz?
Jura que tem alguma recordação alegre, do tempo em que pensava: ‘Se eu morrer hoje morrerei em paz, já fiz muita coisa. ’ – Infelizmente o maldito aleijado demorou uma eternidade para morrer.
As lembranças já não cabiam na cabeça fraca, os pés não acompanhavam a falta de vontade, o cheiro era de pele velha. As roupas rasgadas e as rugas de quem já morreram contornavam um semblante depressivo.
Não faltou vontade, se enforcou o velho no meio do cômodo úmido, ficou por dias estendido aos ratos e baratas que lhe serviam de companhia.

E qual a moral da historia?

...

bla bla bla

Hoje vou simplesmente escrever. Escrever o que tenho a dizer e o que preciso dizer.
Sem medo das criticas. Sem medo de pensar no que as pessoas vão ‘pensar’. E sem medo de repetir as palavras já repetidas.
Sei que o caminho é tão incerto que rimos pra não chorar. E quem é que nunca repetiu isso uma ou duas vezes na vida.
Nunca acreditei no ser chamado Deus, mas passei metade dos meus dias tentando entende-lo.
Nunca fui tão espontâneo. Não ao ponto que aparento ser. É tudo sempre bem calculado.
Meu maior medo é não ter medo e me perder. Sinto-me muito livre e impulsivo quando descubro que fazer o que me assustava era simplesmente isso. Medo!
Eu tenho medo. Talvez não tenha me declarado louco por medo de me vigiarem.
Repito. Explodo. Escuto.
Vejo. Falo. Grito.
Sofro. Morro. Mordo.
Sinto, tenso, intenso.
Sempre amei poesia pelo fato de acreditar que o amor era esteticamente belo, como as palavras que rimam. Achava ou acho surpreendente a perfeição das métricas e silabas que se encaixam ao formarem mais uma estrofe.
Ouço. Musica existe pra todo momento, pra toda vida e pra toda gente.
Vejo. Cinema é vida. E vivo, por isso amo cinema.
Não consigo completar nenhuma tarefa sem antes planejar. Porem, nunca consegui finalizar uma tarefa que saísse como planejado.
Mentir é preciso. É como outro tipo de dom. Entender o porquê de uma mentira é mais belo do que condená-la. Todos nos temos o direito de ter os nossos próprios segredos.
Ame. Pois se não amarmos jamais manteremos uma vida de cinqüenta anos com vontade de continuarmos nela.
Lembre-se que sorrir é mais fácil que chorar. Sorrir o dia todo não te faz mais feliz que o teu chefe estressado e furioso.
Acreditem quando digo que a palavra tem mais poder que todos os Deuses e religiões do mundo. Acredite quando digo que nem o amor é eterno. Só existe o pra sempre até que o fim chegue. Quando o fim chegar aceite e agradeça por ter vivido o indesejado ponto final.
Não seja tolo em acreditar que só o homem pode se expressar ou falar. Entenda o céu, entenda as cores e todos os seus significados.
Não use drogas. Elas vão te fazer ver um mundo mais lindo e perfumado, porem os espelhos vão te condenar.
Seja honesto com você mesmo é o céu será seu.
Aprenda sobre a vida das pessoas e entenda como elas foram parar ali. Julgar é mais fácil do que entender. A preguiça surge inconscientemente. Todo preguiçoso julga antes de conhecer.
Não se cobre de mais ou vai acabar sendo um egoísta. Eu sou um egoísta, por isso começo meu texto dizendo ‘eu’ e tento terminá-lo dizendo você.
Não posso dizer que todos nascemos pra vencer. Mas sei que só uma pessoa vai...
Você.





Dos outros tempos só lembro dos sentimentos.
As cenas que minha mente presenciou não me contam mais que as fotos velhas.

meu opala azul!

Vejo tudo, filtro tudo a minha volta.
Só sei dizer 'eu'.
Ainda sou um ignorante egoista.

'Quem é que quer descobrir quem somos?'

meu opala azul!

Tudo o que eu faço tudo o que penso. Mesmo que passe despercebido ou longe de ser o que parece; é por ela. Nem eu sei mais o que estou fazendo. Não sei o que ando buscando. Talvez não seja ela a causa do meu delírio, quem sabe eu não esteja perdido? Se não for ela; é o que ela me fez sentir. É isso o que eu quero. Aquilo que almejo pra mim.
Como sentir o prazer da heroína, a paz de uma boa conversa, o tesão de uma transa bem paga e a calmaria da solidão.
Como ter tudo isso ao mesmo tempo?
Pode não ser ela, mas foi ela quem me deu tudo.

Fundo falso.

Existe um lugar onde você imagina, pensa e chega a alguma resposta.
Mesmo que isso não te agrade ou que o mais perto que se palpe seja a metade.
O tempo tende a deixar tudo frio, calmo de mais para uma criança.
Ser adulto muitas vezes é sorrir em falso, fingir serenidade.
Todos sabemos. - sempre carregaremos aquela criança...

Sobre meus sonhos:
‘ Aqui eu posso tudo. ’

Aproximação:
‘Mais próximo só se formos um. ’

Sobre o amigo afundando:
‘Não te preocupes, pois somos muitos amigo!’

A engenharia:
‘Cada peça, cada centímetro se encaixa com perfeição, é tão lindo. ’

Sobre o amor e a chuva:
‘Eu te carrego para onde eu for. ’

E o tempo:
‘Não tenho mais dezesseis anos. ’
...

poema de hoje!

BOCETA.

Simplismente te amo, Boceta!

Frases!

Se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é psicótico!.

.

Sobre o menino autista.

"Ele não precisa fingir que se adapta à sociedade. (...) Eu não tenho pena dele. Eu o invejo."

Shine.

Meus astros de cinema, musica e livros eram loucos, doentes e modelados pela cocaína.
Será que o conhecimento complexo das coisas, não superficial, transforma o belo em algo não palpável e surreal?

Microscópico plâncton!

Versão demo da nossa segunda gravação!
Bem podre. Só pra registrar...

1º versão.

Primeira versão.
Proxima versão gravada em estudio.


Obras de arte!


Pose de boa pinta,
sorrisinho maroto e programado.
As mãos sobre a cabeça, estou encabulado.
Pra que a mascara?
Sempre a mesma pergunta
sempre a mesma resposta.
‘Quem é que não usa uma mascara?’



Esse sou eu.
Ronny William D. Miyamoto

Valeu Evan.




E esse outro desenho ai,
Onde?
Na parede da minha ex sala, da minha ex casa.
Pra que?
O cemitério que desenhei
para alegrar os dias da ex casa triste do Ronny.




BONS TEMPOS.

Microscópico plâncton!



Tudo começa pelo plâncton...

Mas a cadeia alimentar é muito mais!.
Breve...

Duas vidas no espelho.

O equilíbrio do homem está entre
Extremidades opostas
Alimentadas por metas e desejos
Sonhos e pesadelos
Cheias de rimas pobres
se tornando versos nobres

Dirigindo rumo a califórnia num opala azul
Para encontrar o mar dourado do por do sol
Eu sei, é só mais um sonho de não estar aqui
E é quase tão palpável que posso até sentir!
O azar dos espelhos quebrados
Traz a realidade de um mundo despedaçado

Sou eu assim, nu, irreconhecível.
Escondendo-me em máscaras
Numa festa à fantasia...

Ronny William / Daniel Moraz
01:16 AM
DC

Peripécia de um compulsivo!

Jornalismo?!

Mais um vídeo mal feito,
mal acabado.



Meu comentario sobre...



Dois vídeos idiotas,
que certamente me fazem pensar:
‘Quem é a personagem, quem é o autor?’

Deve ser como as coisas funcionam.

obs: O que esperar do nosso jornalismo de agora em diante?

Shine.

Eu só preciso de gente que brilha,
se você não sabe como é brilhar,
Boa tarde. Tenho deveres a fazer.

Peripécia de um compulsivo!

Minha foto
" Pierrot apaixonado " . Sou amigo do amigo, irmão do irmão... O que diz e fala. Esboço forte da vida sonolenta. Artista e pintor... Andarilho e amante. ... Talvez, cruzamos os olhares nas mesmas estrelas.